Por que escolhi o Direito Internacional
Por que escolhi o Direito Internacional
Atuar com direito internacional nunca foi apenas uma escolha profissional para mim. Foi uma decisão consciente de trabalhar em uma área onde o direito ultrapassa fronteiras, idiomas e culturas, e onde cada caso exige sensibilidade, estratégia e profundo conhecimento técnico.
Ao longo da minha trajetória como advogada, percebi que muitas pessoas e empresas se sentem completamente perdidas quando se deparam com questões jurídicas internacionais. É natural. Cada país possui suas próprias leis, procedimentos e interpretações, e quando esses sistemas se encontram, os desafios se multiplicam. É exatamente nesse ponto que o direito internacional se torna essencial — e onde eu atuo.
Meu trabalho consiste em traduzir o jurídico global para a realidade do cliente, oferecendo segurança em decisões que envolvem mais de uma jurisdição. Seja em contratos internacionais, imigração, reconhecimento de decisões estrangeiras, conflitos entre legislações ou proteção de direitos no exterior, meu papel é garantir que cada passo seja dado com base legal sólida e visão estratégica.
Uma das maiores lições que aprendi nessa área é que o direito internacional não admite improviso. Cada detalhe importa: tratados internacionais aplicáveis, acordos bilaterais, normas internas de cada país e até aspectos culturais que influenciam negociações e interpretações jurídicas. Por isso, minha atuação é sempre pautada por estudo constante, análise minuciosa e planejamento.
Também compreendo que, muitas vezes, quem busca um advogado de direito internacional está vivendo um momento decisivo. Pode ser a expansão de um negócio para outro país, a mudança de vida por meio da imigração, uma disputa que envolve patrimônio no exterior ou até a defesa de direitos fundamentais. São decisões que impactam diretamente o futuro — e eu levo essa responsabilidade muito a sério.
Como advogada, acredito que o direito internacional precisa ser acessível, mesmo sendo técnico. Meu compromisso é explicar com clareza, orientar com transparência e agir com firmeza. Não basta conhecer a lei; é preciso saber aplicá-la de forma prática, ética e eficiente, sempre respeitando os interesses e objetivos de quem confia no meu trabalho.
Atuar no direito internacional é, para mim, exercer o direito em sua forma mais dinâmica. É lidar com diferentes sistemas jurídicos, construir pontes entre países e oferecer soluções jurídicas que ultrapassam limites geográficos. É desafiador, exige preparo constante, mas também é profundamente gratificante.
Se existe algo que define minha atuação é a convicção de que fronteiras não devem ser obstáculos quando se tem orientação jurídica adequada. O direito internacional existe para garantir equilíbrio, segurança e justiça em um mundo cada vez mais conectado — e é nesse cenário que escolhi atuar, todos os dias, com seriedade, técnica e compromisso.